INVISTA NO DELIVERY – ELE PODE SALVAR SEU NEGÓCIO
É um momento difícil para muitas empresas, principalmente para as de médio e pequeno portes, por isso, separarmos 6 dicas para você salvar o seu negócio utilizando o serviço de entrega em domicílio, o famoso DELIVERY.
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Capriche no atendimento
Fale de maneira clara e objetiva, saiba ouvir e entender o que teu cliente precisa, para oferecer a melhor para ele. Seja educado e gentil a cada diálogo.
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Cumpra os prazos
Serviços de entregas geram expectativas. Além de rapidez, os cliente querem previsibilidade, com isso, informe um tempo de entrega que você realmente irá cumprir, para não deixar o cliente esperando.
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Tenha outros meios de pagamento
Além de dinheiro e cartão de crédito/débito, você também pode receber pagamento por dispositivos móveis. Informe-se como aplicar isso ao seu negócio. Facilidade é tudo neste momento.
Siga o procedimento mais seguro de entrega
A entrega do seu produto deve ser o diferencial neste momento em que todos estão preocupados em não se expor diante do vírus. Assim, deixe claro ao cliente quais medidas as pessoas que cuidarão da compra dele e farão a entrega tomarão para que sua compra seja a mais segura possível. E siga sempre os protocolos de distanciamento e prevenção à COVID-19.
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Ofereça horários flexíveis
Devido às restrições causadas pela pandemia, demandas podem ser criadas em horários alternativos. Fique atento e ajuste seus horários de acordo com o movimento.
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Divulgue!
Não é novidade para ninguém que a internet é uma arma muito poderosa para divulgar seus produtos e serviços, com isso, invista nela para conseguir melhores resultados para o seu delivery, afinal é por meio das redes sociais que os pedidos serão feitos.
*crédito das fotos: Freepik
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REDES SOCIAIS EM ÉPOCA DE CORONAVÍRUS

As redes sociais tornaram-se uma das principais ferramentas de marketing nos últimos anos. Com ela o pequeno salão de beleza do bairro consegue anunciar para seus possíveis clientes por um preço acessível. Antigamente, anunciar um produto era privilégio de marcas grandes que podiam comprar espaço na TV, rádio, jornais e revistas. Hoje, a mídia está democratizada, fazendo com que pequenas empresas, com um trabalho bem feito, consigam um bom destaque.
Agora estamos todos com esse problema em escala global que é o Coronavírus. É algo totalmente inédito, que ninguém da nossa geração viu acontecer. Então, não há uma fórmula pronta de como agir, o que publicar, sobre o que falar nas redes sociais que façam bem a imagem da sua empresa e que faça com que as redes sociais continuem sendo um excelente meio de mídia.
Enquanto empresa, é necessário compreender que, em momentos de crise como este, é dever do seu marketing manter as redes de relacionamento e comunicação como forma a estimular a proximidade com o público-alvo, a afinidade com os clientes fiéis e o respeito com a audiência. Isso torna a sua empresa viva dentro do mercado e é uma maneira de se destacar.
Há boas dicas sobre o assunto. E nós, da Parla, que estamos sempre atentos para oferecer o melhor serviço de marketing digital para você, independente do cenário, separamos algumas pra sua empresa.

O QUE FAZER?
Beto Almeida, presidente da Interbrand no Brasil, que tem quase 30 anos de experiência em criação e gestão de marcas, deu uma ótima entrevista para a EXAME onde ele fala sobre como não perder força de marca:
“Esta crise se difere muito das que tivemos nas últimas décadas, pois sua causa não é estritamente econômica. Antes de mais nada, a pandemia atual vai testar a capacidade das marcas de manterem sua relevância não só durante o período que estamos passando exatamente agora – em que os especialistas divergem sobre o quanto pode durar – mas também após tudo isso passar.
Portanto, o grande conselho para as marcas que querem continuar relevantes hoje e amanhã é dedicar-se a exercitar o seu propósito tanto para seus colaboradores, quanto para seu público. Não se posicionar nesse momento pode abrir portas para outras marcas construírem relevância e conquistarem o seu público.”
Algumas empresas têm se saído muito bem, como a AMBEV, que começou a fabricar álcool gel para abastecer hospitais e aliou-se a Gerdau para construir um hospital na periferia de São Paulo com 100 novos leitos. Certamente a marca sairá fortalecida.
Recomendamos que mesmo que a marca esteja com os negócios interrompidos momentaneamente, não deixe de postar com alguma regularidade. O algoritmo do Facebook e Instagram leva isso muito a sério, se você postava cinco vezes por semana e de repente para de postar por um mês, todo seu trabalho para aumentar a relevância do seu negócio será prejudicado e certamente precisará trabalhar mais duro quando voltar. Então diminua o ritmo, mas mantenha uma regularidade.
O QUE NÃO FAZER?
Outras marcas como a Madero deram uma aula do que não se deve fazer em um momento desses, quando um dos proprietários explanou sua opinião, no mínimo controversa, sobre o fechamento do comércio. Certamente a imagem da empresa sairá bastante abalada quando a crise acabar. A repercussão foi imensa, o que certamente gerará uma crise no departamento de marketing.
Isso é uma coisa que fica de lição: Redes Sociais é um terreno perigoso, pense muito bem antes de dar uma opinião contundente. Mesmo que seja no perfil particular do proprietário, isso pode vazar e vão associar você à sua marca. Isso pode prejudicar seu trabalho e de seus colaboradores.
Uma coisa importante é não cair na tentação de postar sobre o Coronavírus só porque todo mundo também está fazendo o mesmo. Pense sempre no seu cliente, e no que você acha que ele gostaria de receber. Não force a barra.
CONTINUO INVESTINDO EM ADS?
É hora de parar as campanhas pagas? Pode ser que sim, pode ser que não. Se você tem um salão de beleza ou estúdio de tatuagem, por exemplo, não tem sentido pagar anúncios com a loja fechada. Se você vende algum produto online, que ajude as pessoas a passar o tempo, pode fazer sentido continuar com a campanha.
Mas deve-se levar me conta que o algoritmo das dá preferência a interação de pessoas e quando a conversa está muito polarizada, ou um assunto muito polêmico, o Facebook priorizará as conversas entre os amigos e terá menos espaços para anúncios.
Outro problema é que os anúncios no Facebook e Instagram são pagos em real, mas o leilão é feito em dólar, com a moeda americana subindo o anúncio custa mais caro.
SEJA SOLIDÁRIO E ENGAJADO
Se sua empresa pode ajudar alguém nesse momento, é legal compartilhar as ações, ou ações de algum parceiro. Na Parla apoiamos uma ONG com foco em mulheres com câncer, que ajuda divulgando o Banco de Sangue da cidade – que está sofrendo com o medo das pessoas irem doar. Estamos fazendo material explicativo do que fazer e das mudanças que o Banco de Sangue fez para receber doações sem colocar os doadores em risco desnecessário.
DICA
Tenha uma equipe qualificada para as redes sociais. Não caia na bobeira de deixar qualquer pessoa tomar conta da sua rede social. Conduzir estratégias de comunicação e implementá-las não é algo simples – ao contrário, requer conhecimento específico.
Em tempos de crise, como a do coronavírus, é essencial ter alguém próprio e qualificado para gerenciar as redes sociais. Afinal, qualquer informação compartilhada de modo errôneo pode ser o suficiente para comprometer a imagem da empresa.
Se você tiver alguma dúvida, estamos à disposição para ajudá-lo, basta nos enviar uma mensagem. Temos certeza de que esse momento difícil passará, todo mundo está no mesmo barco e em breve retornaremos com nossa rotina normal.
#fiqueemcasa
Dicas para Home Office

O coronavírus alterou radicalmente a forma de trabalho, causando um impacto muito profundo em milhões de pessoas. De um dia para o outro pessoas foram mandadas trabalhar em home-office, sendo que nunca haviam feito isso antes e muitas dessas tinham até algum preconceito com esse modo de trabalho.
Meu nome é Guilherme e tenho uma experiência grande em home-office. Eu trabalhava em uma agência que mudou de endereço para um lugar que era bastante fora de mão para mim, então comecei a trabalhar alguns dias em casa. Depois quando fundamos a Parla eu morava em São Paulo e o restante da equipe em São Carlos, assim continuei a trabalhar no meu escritório em casa. Quando a Parla abriu um escritório em São Paulo eu passei a ir mais à agência, mas assim mesmo várias vezes trabalho de casa para não perder 1:40h em deslocamento até a agência.
Com todo essa expertise no assunto, resolvemos aqui dar umas dicas para quem está começando agora no Home-Office:
- CUIDE DA SUA ROTINA
Lembre-se sempre que você está a serviço, cumpra rigorosamente seu horário de trabalho. Não é porque você está em casa que vai acordar tarde ou parar de trabalhar mais cedo. A hora do almoço também deve ser definida de acordo com o horário que você cumpria normalmente.
- CRIE SEU AMBIENTE
Separe um lugar tranquilo para trabalhar. Lembre-se que você vai trabalhar por horas, então uma cadeira confortável e uma boa iluminação é muito importante. Eu tenho minha garrafinha de água e de café aqui do meu lado sempre. Como tenho mania de abrir muitas telas simultâneas, eu uso um segundo monitor (mas isso é coisa de nerd mesmo).

- PAZ
Deixe as outras pessoas da casa e amigos cientes que você está trabalhando. Não é porque você está em casa que você poderá dedicar atenção às outras pessoas da casa. Você terá que fazer videoconferências, então um local silencioso é muito importante.
- EQUIPAMENTOS
Aqui no meu escritório eu tenho meu laptop, um mouse pad ergonômico, um caderno para anotações, fone de ouvido para usar em videoconferências, luminária e como citado minha garrafinha de água e café.
- SOFTWARES
Nós fazemos diariamente várias videoconferências, seja com a equipe seja com clientes. Para calls individuais eu prefiro usar o Skype, que tem uma boa qualidade de som. Quando vamos fazer com várias pessoas preferimos usar o Google Meet, pois é fácil abrir uma sala e mandar um link para conectar as pessoas, e não exige cadastro prévio. Um fone de ouvido ajuda o sim a ficar melhor.
O Trello é um software gratuito de gerenciamento de tarefas que é bastante útil no gerenciamento de equipes.
Gosto bastante das NOTAS ADESIVAS do Windows. Funcionam como post-its virtuais que são colados na tela do computador.
O WhatsApp Web é uma ferramenta poderosa para falar com a equipe e clientes. Usamos a ferramenta o dia todo para enviar arquivos, fotos, e discutir Jobs dos clientes.
Uma outra dica é criar uma pasta compartilhada com a equipe no GOOGLE DRIVE, DROPBOX, ou ONE DRIVE. Tudo que você colocar nessa pasta é compartilhado automaticamente com a equipe. É interessante para guardar documentos comuns que várias pessoas tem que ter acesso.
- NÃO CAIR EM TENTAÇÃO
Você está a um passo da sua TV, tem aquela série da Netflix que você está maratonando e a tentação é grande, mas você tem que resistir. Com música e rádio eu não vejo problema: eu já trabalhei em locais muito barulhentos e colocava o fone com música para conseguir me concentrar. Se música não atrapalha sua concentração, então, bom proveito.
Seguindo essas dicas você poderá ser tão produtivo em casa quanto no escritório. Vamos colaborar para que possamos passar com saúde por essa pandemia.
#FIQUEEMCASA
O fim dos seguidores comprados

Curtidas e,principalmente, comentários falsos são um problema sério para o Instagram por diversas razões.
O Instagram publicou em seu blog uma informação bombástica:eles desenvolveram ferramentas para identificar perfis que usam automação para seguir perfis, comentar automaticamente em perfis dos outros, seguir automaticamente listas de pessoas específicas e muito mais.
Leia aqui a íntegra da nota.
Os seguidores e curtidas feitos com aplicativos externos serão apagados. Preparem-se para ver perfis com milhares de seguidores serem reduzidos significativamente.
Por anos o Instagram foi uma “terra sem lei”, onde perfis de pessoas e marcas absolutamente irrelevantes terem muitos milhares de seguidores. Esses números artificialmente inflados eram usados para “dar credibilidade” ou “demonstração de popularidade”, mas era algo tão falso quanto uma nota de R$ 3,00.
O Facebook já combate esse tipo de automação há bastante tempo e era esperado que o Instagram tomasse uma posição semelhante.
Claro que conseguir aumentar a base de fãs é difícil, haverá um custo e muita estratégia, mas se você tem uma sorveteria em Guarulhos, do que servirá ter 100 mil fãs na Índia ou Vietnã?
O mais importante é como os fãs se relacionam com sua marca, e isto é algo que SE CONQUISTA. O Facebook e o Instagram privilegiam a distribuição de seus conteúdos para quem tem maior relevância, que interagem com a página frequentemente, ou que possam se interessar. Isto quer dizer que sua página tem 5.000 fãs “comprados” e 50 orgânicos, que gostam de sua marca o Facebook acabará dando nota baixa para a sua página, porque a interação será baixíssima e com o tempo, nem aquelas 50 pessoas, que realmente são fãs receberão as postagens.
Qualquer busca no Google você encontrará dezenas de oportunistas vendendo curtidas e views.
Por isso, fique atento: se quiser que sua marca apareça nas redes sociais, e que isso faça diferença no seu negócio, se prepare para um trabalho duro, com planejamento e todos os custos que isso envolve. Não procure atalhos ou “cortar caminho”. É preferível um perfil com 300 seguidores autênticos do que 1 milhão de fakes.
A Parla Donna nunca utiliza nenhum sistema de curtidas automáticos. Por isso, nossos clientes não precisam se preocupar com esta nova determinação do Instagram. Desconfie quando alguma agência / freelancer prometer resultados com base no número de seguidores.
Qual é o Perfil do Aluno EaD no Brasil?
O Marketing Digital pode ser um aliado no desenvolvimento e no sucesso das Instituição de Ensino a Distância (EAD).
Recentemente, o Facebook realizou uma pesquisa voltada à educação a distância. A exploração do tema pode ser muito interessante para as agências de publicidade, pois os dados podem ajudar muito durante a divulgação. A pesquisa levantou um tema fundamental: quem são as pessoas que estão interessadas em estudar? O resultado baseou-se basicamente em dois tipos de alunos: jovens e pessoas rumo à especialização.
A pesquisa também apontou que a faixa entre 18 e 24 são interessadas em Graduação presencial, EaD e cursos que saiam do comum com design e idiomas. Diariamente, este público passa um pouco mais de duas horas no Facebook, Messenger, Instagram ou WhatsApp. Cerca de 42% dessas pessoas se conectam com as marcas que curtem.
Pessoas rumo à especialização procuram uma graduação ou cursos que os qualifiquem. Tem entre 24 a 50 anos e o foco é Universidade EaD, MBA, Cursos Livres, Cursos de Idiomas e cursos preparatórios para concursos.
O perfil do aluno EaD é composto por 59% mulheres e 41% homens, 66% tem mais de 30 anos, 85% estão trabalhando e 52% contribuem para o sustento da família. Além disso, o aluno EaD permanece mais tempo em redes sociais do que vendo TV. Por isso, é tão importante estar presente nas redes sociais de uma maneira planejada.
Outro fator importantíssimo é o tempo que o aluno leva para escolher a área em que vai atuar. A escolha do curso e da instituição pode levar de dois meses a mais de um ano. Para este público, é fundamental procurar informações, comparar as vantagens perante outros cursos semelhantes e de concorrentes.
(Fonte: Facebook)
Por isso, ao fazer uma campanha deve-se ter em mente que pode demorar muito tempo para que a conversão aconteça. E é necessário que a campanha atinja pessoas em diferentes momentos do funil de vendas.
(fonte: Facebook)
Uma boa divulgação envolve mostrar a qualidade da Universidade e o leque de cursos, além de sua metodologia de ensino. Através dos leads, os “candidatos” entrarão em contato e conhecerão todas as vantagens do curso. Quando uma pessoa responde a um anúncio com seu telefone e e-mail, é imprescindível que o profissional saiba todas as questões que possam sanar as dúvidas, que tenha um material pronto e leve em conta o que o interessado está pesquisando. Além disso, é muito importante que o aluno se sinta acolhido e seguro de que a decisão dele será a correta.
Desta forma, faça um planejamento para cuidar de uma página do Facebook e não se esqueça de alinhar os anúncios com o público que você deseja alcançar. Lembre-se de se colocar no lugar do “candidato”. Pense: “isso que estou publicando me deixaria curioso sobre o curso ou a universidade? Agregaria algo?” O uso de personalidades é extremamente importante na construção da marca, mas seria a melhor opção em outras etapas para o afunilamento do público alvo? Certamente que não, por isso, produza sempre conteúdos diferenciados para alcançar os resultados desejados.
Segue o link do estudo completo do Education Summit do Facebook: https://goo.gl/6AQQH1
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Facebook procura monetizar o WhatsApp
Desde que o Facebook comprou o WhatsApp, por cerca de 16 bilhões de dólares, os acionistas ficaram felizes e preocupados ao mesmo tempo, afinal, como recuperar esse dinheiro com uma plataforma gratuita. Antigamente ainda tinha uma “taxa anual” que o usuário pagaria após um ano de uso, mas até isso o Facebook tirou, então o problema ficou ainda maior.
O Facebook sabe que se cobrar o uso do aplicativo, muitos usuários acabarão migrando para outras soluções. Publicidade no meio das conversas poderiam irritar o usuário, então também é algo bastante complicado.
A virada de chave e solução do “problema” começou com o lançamento do WhatsApp Business, um aplicativo voltado exclusivamente para empresas. Ele permite mensagens automáticas, métricas, etiquetas para classificação de conversas e um perfil mais elaborado. Funcionalidades que ajudam bastante quem usa a ferramenta em pequenas e médias empresas.
Mas, recentemente, foram divulgadas 3 novidades para o WhatsApp Business:
1) Anúncios
O WhatsApp começará a trabalhar com o Gerenciador de Anúncios do Facebook, segundo o divulgado as propagandas não aparecerão nas mensagens, mas sim no STATUS, assim como acontece com as Stories do Instagram. As empresas poderão comprar anúncios direcionados para um chat do WhatsApp, assim como as Páginas muito provavelmente ganharão a funcionalidade de um botão que abrirá diretamente no WhatsApp da empresa.
2) Integração com CRM
Empresas que usam o WhatsApp integrado como SAC poderão responder gratuitamente as dúvidas dos consumidores, desde que até 24 horas. Depois de 24 horas do recebimento da última mensagem do usuário será cobrada uma taxa ainda a ser divulgada. É uma forma de forçar as empresas a atenderem melhor e mais rapidamente seus consumidores.
3) Cobrança de envio de mensagens
As mensagens serão cobradas a uma taxa fixa para entrega confirmada, variando de 0,5 centavo a 9 centavos de dólar por mensagem. Será um preço mais baixo do que SMS, mas mesmo assim, deixará de ser gratuita.
Tudo indica que para o usuário “normal” pouca coisa vai mudar, mas a forma com que as empresas se relacionam com a ferramenta começará a mudar. A tendência é que cada vez mais o Facebook implemente novas ferramentas, transformando o popular “zapzap” em uma verdadeira máquina de CRM, abrindo várias possibilidades de negócios.
As mudanças anunciadas estão previstas para ano de 2019.
Precisamos falar sobre Fake News!
“Fake News” é uma palavra gourmetizada da velha fofoca, boato, mentira, picuinha, ou seja, a velha e popular cascata. E quem é a velhinha Maricota que fica na janela “falando da vida dos outros sem saber”, provavelmente é uma pessoa bem perto de você.
Nos últimos dias fomos bombardeados com um post na timeline:

Quando me perguntaram da primeira vez se isso procedia eu dei risada, na sétima vez eu queria matar quem inventou essa idiotice.
Vamos lá:
• Limite de 7%
Isso não existe. O Instagram tem um algoritmo semelhante ao Facebook, ele pode entregar mais ou menos que 7%, depende muito da interação. Pode ter 50%, 2%, 7% ou 37%. Se um perfil tem muita interação, comentários, certamente o Instagram dará uma relevância maior se o perfil tiver mais comentários e isso realmente melhoraria o algoritmo. Só que tem um pequeno detalhe: não adianta nada comentar em um post isolado, o perfil tem que ter um envolvimento constante – não adianta inflar artificialmente o algoritmo de um único post se o seguinte só tem like e comentário de meia dúzia de gatos pingados. Além disso, tem mais um pequeno detalhe: recentemente o Instagram fechou o cerco com uma série de mudanças e tenho a impressão que um monte de gente publicando “sim” pode até ser interpretado como spam.
– Você também não precisa curtir um post para receber as publicações do perfil. Certamente se você interage mais com alguém o Instagram aumentará o número de posts desse perfil na sua timeline.
Se o perfil é tão importante para você, ative as notificações para sempre ser alertado quando este fizer uma publicação.

O Facebook tem travado uma guerra contra “mendigos de likes”, ao ficar tentando burlar o algoritmo pode ser um tremendo tiro no pé. Invista seu tempo produzindo conteúdo relevante para seu público.
Outra bobagem é que o Instagram não vai ter mais posts por ordem cronológica. O Instagram NÃO TEM ordem cronológica desde 2016 e pelas últimas notícias não tem a menor vontade de mudar isso.
Divulgaram também que se as pessoas comentarem e curtirem a conta é validada. Sem chance! Se o que eles estão se referindo é o “selo azul”, este só são fornecidos com critérios estabelecidos pelo Instagram, e apenas para celebridades, artistas e empresas com grande relevância. E eles escolhem para quem fornecer o selo.
Antes de espalhar notícias desse tipo dê um Google e pesquise, se não achar fale com algum amigo ou profissional da área. Não fique com receio de que alguém o ache bobo. O pior é você publicar algo furado desse tipo, e todos terem certeza.
Marketing na Copa: cuidado para não dar bola fora!
A Copa do Mundo está chegando e todo mundo vai querer “tirar uma casquinha” do campeonato, mas você precisa tomar cuidado para o seu negócio não levar um “7 x 1” neste mundial. Durante a última competição muitas empresas foram advertidas e multadas pelo uso de marcas registradas da FIFA e CBF. Um patrocinador oficial da Copa do Mundo paga uma fortuna para estampar sua marca e ganhar visibilidade, por isso, a FIFA usa e usará de todos os meios para evitar que alguém se “dê bem de graça.”
Confira alguns termos que você NÃO deve usar para promover sua marca na Copa do Mundo:
· 2018 FIFA World Cup Russia™
· FIFA World Cup™
· FIFA™
· World Cup™
· Чемпионата мира по футболу FIFA™
· Чм 2018 ™
· COPA 2018™
· COPA MUNDIAL 2018™
· COUPE DU MONDE 2018™
· MUNDIAL 2018™
· MONDIALI 2018™
· RUSIA 2018™
· RUSSIA 2018™
· Россия 2018™
· WK 2018™
· WM 2018™
· Zabivaka™
· ЗАБИВАКА™
· Host City + year™ (e.g. Moscow 2018™)
· КУБОК КОНФЕДЕРАЦИЙ ™
· FIFA Confederations Cup™
Não use as marcas abaixo se não for patrocinador oficial:

Você pode explorar o jogo, falar de futebol, competição, torcida, usar verde e amarelo, mas nunca use na comunicação da empresa algo que diretamente fale da Copa.
Com relação a Seleção Brasileira ocorre a mesma coisa: a camisa da CBF, seus símbolos e IMAGEM DE JOGADORES são vetadas também. Em alguns casos, nem a CBF possui direitos sobre a imagem do jogador, como é o caso do Neymar.
Lembre-se que os robôs que fazem monitoramento de redes sociais estão cada vez mais avançados e é muito fácil seu “marketing de emboscada” ser detectado. Pense bem se vale a pena a dor de cabeça que um post descuidado no Facebook pode causar.
Direitos Autorais e Redes Sociais
Atualmente, a internet é fundamental para a distribuição em larga escala de qualquer informação e facilitou muito a comunicação entre as pessoas, tornando-se uma ferramenta indispensável. Porém, muitas pessoas acreditam que o que está na internet não tem dono, mas a questão é bem diferente. Um caso que está repercutindo bastante é o do digital influencer, Hugo Gloss, que teve sua conta do Instagram bloqueada com a alegação de infringir direitos autorais. O blogueiro publicou um vídeo do BBB, onde aparecia uma participante do programa cantando no Karaokê e a TV Globo reivindicou os direitos autorais do vídeo. Hugo Gloss está recorrendo para reestabelecer seu perfil o quanto antes. Entenda melhor o caso: https://goo.gl/LRuJWa )
Um outro exemplo sobre o uso indevido de imagem que acabou trazendo sérios problemas foi o do cantor Chico Buarque. Um shopping em Piauí, usou um meme com a foto do primeiro disco de Chico (Chico triste / Chico Feliz) e o caso chegou na justiça. Uma hamburgueria também sofreu as consequências por usar a temática Star Wars. A Disney, que é detentora dos direitos, entrou com uma ação e a empresa deverá arcar com todos os prejuízos decorrentes do ato, sendo obrigada a deixar de usar a imagem, bem como remunerar pelo uso indevido.
Quando se trata de marketing, saber respeitar o conteúdo alheio é fundamental. Uma regra é nunca usar imagens do Google ou de locais onde você não tenha certeza que está liberado para uso comercial. Claro que você não achará nenhum artista famoso de graça, mas é a regra do jogo. O mesmo vale para músicas e vídeos.
Existe um vasto material gratuito à disposição no YouTube e Facebook, fornecendo vários sons para serem usados em vídeos, justamente para ninguém usar uma música que já pertença a outra pessoa. Além disso, existem também diversos bancos de imagem gratuitos, com ótimos conteúdos e que lhe ajudará a evitar a violação de direitos autorais de terceiros.
Não se esqueça que Facebook e Google têm algoritmos muito desenvolvidos e uso de imagens e som de outras pessoas são facilmente detectáveis. Por isso, pense muito bem antes de usar qualquer conteúdo, afinal, quem gostaria de “entrar em uma briga” com a Globo ou Disney por causa de um post no Facebook, não é mesmo?
Quanto vale a opinião pessoal do dono do negócio?
Quem gosta de futebol, vê constantemente um jogador que troca de time beijar o escudo da camisa e fazer provocações com o clube anterior. Algumas vezes o clube preterido é o clube de coração do atleta, mesmo assim ele desfila os chavões do vocabulário de torcedor para conquistar a torcida. Isso na verdade não passa de marketing pessoal, onde ele quer “ganhar a torcida” do novo time.
Uma das maiores dificuldades enfrentadas por quem trabalha com marketing é justamente o cliente não separar seu gosto pessoal do gosto de seus clientes. Restringir campanhas por suas percepções pessoais pode prejudicar muito os negócios.
Para entender melhor, imagine que você seja o proprietário de um restaurante vegano, mas adora fazer um “churrasquinho” com os amigos, é obvio que divulgar isso na página de seu restaurante não fará bem aos negócios. O segredo para o sucesso é se colocar no lugar do público alvo. Conheça alguns erros comuns que você pode estar cometendo ao fazer marketing nas redes sociais:
Não conhecer o público
Muitas pessoas se apegam aos chavões ultrapassados e “achismos”. Conhecer o público é algo que leva tempo e estudo. Se sua campanha é online você precisa fazer testes para saber quais os canais ele frequenta, que horas costuma estar conectado, se ele entra mais via celular, e se usa 4G ou Wi-Fi. É algo complexo e geralmente um acompanhamento minucioso dos relatórios.
Opinar em campanhas de AdWords
Quando se trabalha com o Google AdWords, o sistema de publicidade do Google, são levados em conta diversos parâmetros para pensar em um anúncio de sucesso. E isso tem a ver quais palavras-chave foram escolhidas, se o anúncio tem relação forte com elas, se a página de destino corresponde ao que está sendo anunciado e se a verba investida é suficiente para que fique no ar o maior tempo possível. Além das segmentações de locais, horários, remarketing, variações para mobile, display, entre outros.
Muitas vezes um anúncio de AdWords bem-sucedido não é o que tem palavras “mais bonitas”, mas o que escolhe as mais eficientes. Lembre-se que a finalidade é levar a pessoa ao site, confie no seu analista que ele sabe como fazer isso.
Impulsionar posts por conta própria
Alguma vez você já clicou no botão Impulsionar Publicação para promover suas publicações? Talvez você não saiba, mas o “Impulsionamento de publicação” é um desperdício de seu dinheiro. Se você estiver impulsionando muitas vezes, pode estar jogando muito dinheiro fora. O Facebook dispõe de milhares de combinações de anúncios com segmentações super avançadas. Só que o Gerenciador de Anúncio é uma ferramenta complexa, leva bastante tempo para dominá-la plenamente e mesmo assim toda hora é alterada alguma configuração em menor ou maior grau. É comum ter que esquecer aquela forma com que trabalhou por meses e ter que aprender tudo novamente por causa da mudança do algoritmo.
Por isso, o Facebook implantou o botão “for dummies” azul, onde qualquer pessoa seleciona a localização, interesses, idade e fim, o anúncio está pronto. É só inserir o número do cartão de crédito.
O que muitos não sabem é que como as segmentações são bem básicas, a performance é ruim, mas ainda é melhor do que uma postagem orgânica. Isso passa para o cliente que o investimento está funcionando, mas a verdade é que ele está pagando bem mais do que precisaria.
Por isso, se você não tem tempo para estudar diariamente a ferramenta de ADS e participar de fóruns, discussões, aulas sobre o assunto, deixe seus anúncios para quem já fez isso. Ter um bom desempenho do Facebook é importante para engajar mais usuários e criar uma imagem positiva de sua marca
Arte para postagens
Em algum momento, uma campanha de anúncio no seu Facebook mostrou que a imagem continha muito texto e que não era recomendável? Pois é, essa é a famosa regra dos 20% do Facebook e o impacto dela pode ser muito significativo para o resultado da sua campanha. Mais de 80% do tráfego do Facebook é mobile e a maior parte dos smartphones no país são de telas relativamente pequenas, o que dificultará muito a leitura. E mesmo que a publicação seja aprovada no Facebook dificilmente trará algum resultado.
Opiniões polêmicas
Gerar polêmicas na internet apenas para aparecer e ser visto por todos, pode custar caro. Durante a última crise política algumas empresas tomaram partido de um lado ou outro, e isso acabou gerando polêmica e consequentemente agredindo a imagem de suas marcas. Por isso, se você é dono de uma empresa evite discussões em assuntos relacionados a política, religião, sexualidade, entre outros. Lembre-se que seu negócio precisa estar em sintonia com o que o mercado quer, por que se não estiver ele pode sair prejudicado. Pense bem se sua “mãozinha” não vai atrapalhar mais do que ajudar!
Não seguir padrões da franquia
Alguns donos de unidades franqueadas muitas vezes discordam dos padrões da marca que representam e fazem diversas modificações que vão de encontro com a matriz. Uma franquia é feita de uma marca na qual os modelos foram testados por anos, equipes de marketing elaboram guidelines para que exista uma padronização da comunicação. Logicamente cada franquia pode adaptar suas necessidades e insights nesta comunicação, mas descartar tudo o que a matriz oferece é um problema grave. É como abrir uma franquia de escolinha de futebol do Corinthians e pintar as instalações de verde. O que acontece é que geralmente o franqueado não consegue atingir suas metas e a comunicação desenvolvida “em casa” ajuda muito a prejudicar os números.
