Porque o alcance orgânico no Facebook é tão ruim?
Quem trabalha com o Facebook tem feito essa pergunta desde o tempo em que o Facebook começou a descobrir como ganhar dinheiro na rede social. Às vezes você faz um post com uma arte bacana, de um tema bem cool e quando vai para o ar apenas 5 pessoas do seus 10.000 fãs curtem. Aí vem aquele mantra de se fazer singelas homenagens à mãe do Mark Zuckenberg.
No Reddit o Brian Cristiano dá uma explicação bem plausível sobre o assunto, então, complementei com minhas próprias observações.
O Facebook só quer ganhar dinheiro com mídia – Essa é a explicação que 99% das pessoas pensam logo de cara. Só que não é só isso. O Facebook é uma empresa de mídia e qualquer empresa do segmento quer ganhar dinheiro, da emissora líder da TV até o camarada que anuncia pamonha no alto falante de uma Brasília velha. Todo mundo gosta de faturar, então, por que o Facebook seria diferente? Mas essa é uma visão errônea das coisas.
O que o Mr. Zuck sempre usou como pilar do Facebook é o engajamento, para levar o melhor conteúdo para as pessoas certas existe um algoritmo (antigamente chamado de Edge Rank, mas hoje é apenas algoritmo do newsfeed). Seria impossível você receber diariamente todo o conteúdo que publicam seus 350 amigos e 400 páginas que você segue. Então, esse algoritmo faz um filtro para entregar o melhor conteúdo para a pessoa certa.
Como funciona quando eu posto? Você posta aquele post bacana na sua página, aí o Facebook entrega esse conteúdo para uma pequena parcela dos seus fãs, que tenham mais a ver com seu post (cerca de 1% da base de fãs). Um teste para ver a aceitação do material.
Se o teste vai bem, tudo bem, o Facebook entende que mais pessoas querem ver aquele post, então abre para mais 2% ou 4%. Se continua performando bem ele vai ampliando cada vez mais. Mas se no primeiro teste (com aquele 1% da base) não foi bem, aí ele para de mostrar seu post para as pessoas.
Uma das coisas que se deve ter muita atenção é que o algoritmo continua rolando sempre e se você faz um conteúdo que não agrada as pessoas seguidamente, cada vez menos pessoas irão ver seus posts. O Facebook entende que a página só posta conteúdos de baixa qualidade e para de entregar. Por isso deve-se sempre pensar em postar bom conteúdo.
O conteúdo patrocinado é a solução? Sim e não; pois com o patrocínio você garante que mais pessoas vejam sua publicação, mas mesmo assim deve-se prestar atenção não só no conteúdo, como também na segmentação. Aqueles botões de impulsionamento de posts e páginas nas timelines são péssimos, com recursos muito básicos para que compense o investimento (um colega diz que cada vez que alguém impulsiona o post pela timeline um panda morre). Qualquer profissional da área conhece o Power Editor que é uma ferramenta avançada para anunciantes e é com ela que o pessoal sério de marketing trabalha.
Então, sempre que for postar algo na timeline de sua página pense bem no conteúdo e caso resolva patrocinar, por favor….não mate nenhum panda.
Educação & Clicks
Segundo o filósofo e educador Mário Sérgio Cortella, em termos de educação “temos uma metodologia do século 19, professores do século 20 e alunos do século 21”. Devido a isso, os desafios para escolas e professores são cada vez maiores.
O Google realizou o evento, Think Education with Google, em que gestores e empresários do setor educacional se uniram para debater os impactos da expansão da internet, do perfil dos alunos e do futuro da educação do país. ()
Algumas escolas já estão bastante antenadas com essas mudanças, e com criatividade e planejamento, conseguiram otimizar suas verbas e conseguir novos alunos.
Muito foi discutido, mas o principal é que qualquer campanha que se faça na internet, a mensuração é essencial. Denise Danon, Gerente de Comunicação na Estácio, apontou que fazendo uma alteração simples nos horários nos anúncios conseguiu mais me 30% de aumento de conversões. Isso só foi possível devido a um acompanhamento constante das métricas.
Assistam a vídeo de uma parte deste debate:
Maria Aires em Revista
Já saiu a nova edição da Maria Aires em Revista, produzida pela Parla Donna, Comunicação & Conteúdo.
Confira:
Vídeo no Smartphone? Pode apostar que dá certo.
Até um tempo atrás nossas dúvidas e questionamentos sobre qualquer assunto estavam completamente fora do nosso alcance imediato. Quantas vezes você estava em uma discussão com os amigos sobre quem ganhou o campeonato paulista de 1975 e ficava aquela discussão interminável até que alguém fosse em casa e achasse uma revista Placar mofada para mostrar que quem ganhou foi o São Paulo em cima da Portuguesa? Hoje em dia, em qualquer discussão alguém saca seu smartphone e descobre um vídeo no Youtube de quem ganhou na hora.
Uma recente pesquisa do Google /Ipsus MediaCT foi feita para medir como o entusiasmo por vídeos mobile se traduzem para as marcas e como é o relacionamento das pessoas em comparação com outras mídias, como TV. E o resultado é impressionante, pois mostra que uma pessoa que assiste vídeos no smartphone está muito mais inclinado a assistir conteúdo de marcas do que as pessoas que assistem no desktop e TV.
Além disso, a pesquisa constatou que, além da maior probabilidade de compartilhar e assistir anúncios e conteúdo de marcas, a audiência do smartphone tem duas vezes mais chances do que os telespectadores de TV de sentir uma conexão pessoal com as marcas e 1.3 mais chances de quem visualiza um anúncio de vídeo em desktop. O smartphone é um ambiente natural para as marcas para estabelecer relações mais próximas e pessoais com os clientes.
Outro ponto é que entre os entrevistados, mais de 50% das pessoas recorreram a vídeos (principalmente YouTube) para tirar dúvidas sobre algum produto. Um em cada três pessoas preferem fazer uma pesquisa online para tirar dúvida sobre algum produto em vez de perguntar a um funcionário do estabelecimento.
Em comparação com o comportamento das pessoas após visualização de conteúdo de marcas em comparação com TV é totalmente surpreendente:
Ou seja, é mais fácil uma conversão por smartphone do que por TV. Vamos lembrar também que os “millennials” (como são chamadas as pessoas nascidas neste século), são muito mais ligadas em internet do que TV. Por isso cada vez mais sua estratégia para falar com esse consumidor terá que ser voltada para o mobile.
Confira o relatório do Google sobre o assunto nesse link:
Fonte: Think With Google
Blogs: conteúdo que seu público quer ler
Em 2010, todo o tráfego aéreo da Europa foi afetado pelas cinzas do vulcão Eyjafjallajökull. E a forma mais eficaz encontrada para entrar em contato com seus clientes foi por meio de redes sociais.
Depois disso foi feito um levantamento, no qual constataram que, no nicho do mercado de viagens, 70% das pessoas procuram informações através de blogs. E por isso foi feito um investimento muito sério nesse tipo de plataforma, conseguindo excelentes resultados.
Não só nesse nicho os blogs são úteis. Um blog com bom conteúdo ajuda uma marca a se posicionar no mercado, se relacionar com cliente e fornecer material relevante para as redes sociais.
O ideal é ter sempre em mente que um blog deve ter algo que o público precisa, não se preocupe tanto em “fazer propaganda”, crie conteúdo com relevância e sua exposição já será evidenciada.
E é isso que a Parla, Donna! tem feito com sucesso nos diversos blogs que alimenta.
CONFIRA:
Jovens e determinados, eles dão às cartas no mercado imobiliário
Com a facilidade de crédito, aumento da renda pessoal e incentivados pela estabilidade econômica, jovens casais em busca do primeiro imóvel tornaram-se um dos públicos mais frequentes nas imobiliárias do País
Eles são novos, determinados e sabem o que querem. Conquistada a independência financeira, os jovens casais estão deixando para trás o tempo em que moravam sob o mesmo teto dos pais para investirem em seu primeiro e tão sonhado imóvel.
Somente no ano passado mais de 35% dos financiamentos imobiliários concedidos pela Caixa Econômica Federal foram destinados a pessoas com idade até 30 anos. Outros 45% foram contratados pela faixa etária de 31 a 45 anos. Expressivo, o número tem chamado cada vez mais a atenção de construtoras e imobiliárias, que passaram a desenvolver produtos e estratégias de venda para atender especialmente às demandas desse novo perfil de cliente.
Um perfil que sabe bem o que quer. Exigente, o público jovem não costuma escolher uma casa analisando apenas o fator “preço”. Segundo Maria Aires, proprietária da imobiliária que leva seu nome, eles também estão em busca de qualidade e localização. “A cada 10 jovens casais que visitam a imobiliária à procura do primeiro imóvel, 9 citam a localização como fator determinante na escolha. É um público que cresce a cada ano, estimulado pelas facilidades de crédito”, comenta a empresária.
Fatores como localização e qualidade foram cruciais para a decisão da Analista Administrativa Camilla Gomes, 30 anos, durante o processo de compra de sua primeira casa. Casada desde o último mês de setembro, ela e o marido, o professor Danilo Lopes, adquiriram o imóvel cerca de um ano antes de oficializarem a união. Segundo Camilla, as principais exigências feitas pelo casal estavam relacionadas à planta da casa.
“Queríamos uma casa construída com qualidade, que tivesse uma suíte e um número mínimo de dois quartos. Também optamos avaliar imóveis que tivessem cozinha americana e uma sala ampla”, revela a Analista.
A opção pela compra foi tomada quando o casal percebeu que o valor da parcela do financiamento seria equivalente ao custo mensal com o aluguel. “É um dinheiro que gastamos com algo nosso. Comprar um imóvel é investir no patrimônio da família.”
O mesmo pensamento é compartilhado pela Gerente de Pós-Venda Monise Prado, 33 anos. “Sempre tivemos em mente que o valor mensal do aluguel pagaria a parcela do financiamento. Sabendo disso, nos estruturamos durante alguns anos para poder guardar dinheiro, comprar o terreno e dar entrada no financiamento para poder construir”, conta Monise.
Como o marido, Ivan Romanelli, é arquiteto, o casal optou por construir ao invés de comprar um imóvel pronto. Mas para que a casa fosse projetada de acordo com as necessidades e gostos do casal, o terreno precisou cumprir algumas condições básicas exigidas por eles. “Fechamos o negócio depois de um ano procurando o terreno. Pesquisamos bem porque queríamos que fossem preenchidos três requisitos fundamentais: localização, tamanho do lote e preço.”
Pouco mais de dois anos depois da mudança para sua primeira casa, Monise não se arrepende do investimento. “Nada como ter nosso próprio canto. Sabe aquela história de que o melhor lugar do mundo é a nossa casa? O sentimento é exatamente esse”, finaliza Monise.
Quer comprar seu primeiro imóvel? Se ligue nas dicas!
- Se a sua intenção é financiar, saiba que a concessão do crédito imobiliário exige um valor de entrada. Por isso, comece já a poupar seu dinheiro!
- Não se esqueça, na sua programação orçamentária, de computar gastos como IPTU, condomínio (em caso de condomínios fechados) e tarifas básicas como água e luz. Esses números precisam estar na ponta do lápis para evitar surpresas indesejáveis;
- Antes de assinar o financiamento, é preciso ter certeza absoluta de que você poderá arcar com o valor da parcela. O indicado é não comprometer mais do que 30% da renda;
- A utilização do FGTS pode ser uma boa alternativa para dar entrada no imóvel, amortizar o saldo devedor a cada dois anos ou até mesmo quitar a moradia;
- Consulte um corretor de imóveis para sanar quaisquer tipos de dúvidas. É essencial a ajuda de um profissional na hora de lidar com uma decisão tão importante.
Texto: Maria Aires em Revista – Edição 4 feito pela Parla, Donna.
Fotos: Divulgação
Google, Facebook ou LinkedIn, onde anuncio?
Todo mundo sabe que anunciar pela internet é algo imprescindível para as marcas, mas as opções são muitas. E qual a diferença dessas plataformas?
A primeira coisa que você tem que se perguntar é: O que eu quero fazer? E A quem quero atingir?
Vamos dizer que você tem uma loja de brinquedos. Tem um site que vende online, mas não é uma marca conhecida na sua cidade. Para isso os anúncios da Rede de Display do Google são bastante eficientes, pois vários sites selecionados através de uma segmentação receberão banners da sua loja.
Mas você tem uma série de brinquedos incrível, que não tem em nenhum lugar da cidade. Então você pode usar a Rede de Pesquisa do Google, que são aqueles anúncios que aparecem ao lado e acima da página do Google. Assim quando uma pessoa fizer uma pesquisa sobre o tal brinquedo será impactada pelo seu anúncio.
Você fez um vídeo sobre sua loja e não tem verba para anunciar na TV. Então seu caminho é anúncios no YouTube. Você pode segmentar pela sua região, gênero e vários canais para distribuição. A audiência do YouTube é cada vez maior e supera muitas vezes alguns dos principais canais da TV aberta.
Ok, mas eu tenho uma linha de brinquedos para adolescentes, que assistem Game of Thrones. Então, você deve anunciar no Facebook, pois lá você consegue segmentar por idade, gênero, localização e principalmente por interesses, assim você não desperdiçará verba.
Sua loja está indo bem e você gostaria de ampliar, fazer negócios e aparecer para distribuidores importantes. Então, você deveria anunciar no LinkedIn. Nessa rede profissional você pode segmentar para aparecer para segmentos específicos e o cargo das pessoas que você quer impactar.
Claro que esses exemplos são expostos aqui de uma forma bastante genérica, e para cada tipo de anúncios são necessários uma série grande de variantes a serem discutidos, pois antes de tudo é preciso usar estratégia.
Mas a Parla, Donna! está aqui para lhe ajudar. Se você tem alguma dúvida, fale conosco.
Como usar Hashtags na Redes Sociais
Hoje muita gente usa hashtags (também conhecido como “jogo da velha”), para tudo. É uma comunicação que começou no Twitter e hoje está presente em várias redes sociais, mas você sabe como surgiu e como utilizar?
Como dissemos esse é um recurso implantando no Twitter, para ser utilizado como indexador, uma tag para um determinado assunto que está sendo discutido. Por exemplo, eu estou acompanhando um jogo do São Paulo na TV e quero saber o que as outras pessoas estão falando sobre o assunto. Se eu fizer uma busca na hashtag #SPFC, todas as menções de pessoas que fizeram uma publicação com a mesma tag serão exibidas. Por isso esse recurso é bastante usado por emissoras de TV para discussões ao vivo. Se você vai comentar algo que é interesse de várias pessoas, uma hashtag faz bastante sentido.
Mas tem muita gente que usa esses recursos de maneira totalmente equivocada, então segue algumas dicas:
- #NinguémPrestaAtençãoEmHashtagsMuitoLongas.
Você fazer uma hashtag gigante não vai funcionar. Só vai demonstrar que você não sabe usar o recurso. Um Twitter tem apenas 140 caracteres, se você colocar hashtags longas como é que você vai escrever sua mensagem.
- Use #Coerência com o #Conteúdo
Se você está postando sobre a venda de um apartamento no Campo Belo em São Paulo, você pode usar hashtags como #apartamento #CampoBelo #SãoPaulo etc. Não tem nada a ver você colocar hashtags como #Feliz #MelhorSorveteDoBairro #BBB2015. Coloque sempre hashtags que tenham a ver com o conteúdo da postagem. Tenha sempre em mente o objetivo desta hashtag estar presente.
- #Não #Coloque #Uma #Hashtag #Para #Cada #Palavra
Isso é algo comum que demostra que a pessoa não sabe para que serve o recurso e soa infantil. Se é para uma marca então pega muito mal.
- #OnreAOrtografia
Para não pagar mico tenha o cuidado de ter certeza que sua Hashtag está escrita corretamente. Ou seja, #HonreaOrtografia
- Crie uma hashtag para sua #campanha
Se você quer mensurar e ampliar o alcance de uma campanha crie uma hashtag exclusiva. Use essa tag não só digitalmente, mas nas campanhas off-line, para reforçar a mensagem.
- Pesquise os #TredingTopics
Uma coisa que funciona muito bem é fazer um post usando uma hashtag popular do momento. Pesquise e, caso seja coerente com seu post, use a vontade. Assim pessoas que estejam navegando nesse assunto poderão ver sua postagem.
- #MaiúsculaMinúscula
Uma forma de deixar mais agradável a leitura de suas hashtags é usar letras maiúsculas antes de cada palavra. E hoje em dia você pode e deve usar acentuação nas palavras, quando elas tiverem.
- Hashtags funcionam bem no #Facebook?
Se no Twitter e Instagram as hashtags funcionam muito bem, no Facebook segundo estudos recentes: o resultado é nulo. Não adianta encher um monte de hashtags no seu post, pois isso não irá aumentar o alcance deste.
- #Excesso
Uma outra coisa que não pega bem é o excesso de hashtags em um post. Frequentemente vemos no Instagram uma postagem com 4 palavras e mais de 10 hashtags. Isso fica muito feio e também não pega bem. Use o recurso com moderação.
Agora que você viu essas dicas fique à vontade para usar hashtags a vontade, sempre com moderação e objetivo.
POR QUE SUA EMPRESA PRECISA DE ASSESSORIA DE IMPRENSA?
A maioria das grandes empresas possui A.I. – Assessoria de Imprensa. Elas estão sempre nos noticiários e é comum vermos notícias veiculadas na mídia em que uma empresa precisa responder a alguma acusação ou esclarecer um caso que envolva o seu nome ou seus funcionários.
Mas o trabalho do assessor de imprensa não se resume a gerenciar crises e ajudar seu cliente a manter a credibilidade diante da imprensa. De forma bem resumida, a A.I. consiste em criar e fortalecer o relacionamento do cliente com o seu público, através da geração de mídia espontânea. Nós, enquanto assessores de imprensa, elaboramos sugestões de pautas e notas que são destinadas à imprensa, dando visibilidade aos produtos/serviços do assessorado nos principais meios de comunicação (jornais, emissoras de TV, revistas, portais, rádios, blogs). Tudo com base em um Plano de Comunicação elaborado pela agência contratada – e, claro, posteriormente validado com o cliente.
Tenho uma empresa pequena. Preciso de Assessoria de Imprensa também?
Engana-se o empreendedor que acredita que o serviço de assessoria de imprensa não é acessível para pequenas e médias empresas. Independente do porte da sua empresa, seu anseio é oferecer um produto ou serviço de qualidade. E, atualmente, é impossível tal façanha sem pensar em competitividade e comunicação eficiente.
Ter o nome do seu produto, serviço ou instituição em uma matéria jornalística agrega grande valor e confere boa visibilidade à marca. Dependendo do caso, consegue um efeito muito maior do que um anúncio publicitário poderia proporcionar. A matéria escrita por um jornalista passa mais credibilidade para o leitor do que um anúncio, já que, no caso da propaganda, trata-se da empresa falando de si mesma.
Alguns motivos para você contratar uma assessoria de imprensa:
- Ter sua marca nos veículos de comunicação.
- Fortalecimento de marca.
- Produtos e serviços viram notícia.
- Vire especialista para um jornalista.
- Aparecer para quem interessa
- Melhora o posicionamento do seu site no Google e outros buscadores.
- Potencializa ações de marketing.
- Treinamento de porta-voz para falar com jornalistas.
- Gerencia crises.
Se convenceu? Fale conosco. Temos soluções em todos os tipos de comunicação e jornalistas gabaritados para falar bem de sua marca.
BLOGS: MUITO ALÉM DE PROPAGANDA
Aconteceu semana passada em São Paulo mais uma versão da Social Media Week, o mais importante encontro sobre Social Media do País.
Durante cinco dias profissionais mostram seus cases que são debatidos sobre o que acontece com o mercado e novas tecnologias, já que é uma área que tem mudanças frequentes e estar atualizado é uma obrigação.
Uma palestra muito interessante foi administrada pela gerente digital para América do Sul da Air France e KLM. Ela mostrou o quanto as plataformas sociais são importantes para as marcas. Em 2010, todo o tráfego aéreo da Europa foi afetado pelas cinzas do vulcão Eyjafjallajökull. E a forma mais eficaz encontrada para entrar em contato com seus clientes foi por meio de redes sociais.
Depois disso foi feito um levantamento muito sério, no qual constataram que, no nicho do mercado de viagens, 70% das pessoas procuram informações através de blogs. E por isso foi feito um investimento muito sério nesse tipo de plataforma, conseguindo excelentes resultados.
Não só nesse nicho os blogs são úteis. Um blog com bom conteúdo ajuda uma marca a se posicionar no mercado, se relacionar com cliente e fornecer material relevante para as redes sociais.
O ideal é ter sempre em mente que um blog deve ter algo que o público precisa, não se preocupe tanto em “fazer propaganda”, crie conteúdo com relevância e sua exposição já será evidenciada.
Marcas como Air France e KLM não apostariam tão fortemente nesse segmento se não houvesse retorno. Essa palestra serviu para validar alguns conceitos que já utilizamos com nossos clientes, e ter a certeza que nossos métodos de trabalho estão no caminho certo.










