Sua empresa na capa da Revista
Quantas vezes você estava no consultório do dentista, no cabeleireiro, esperando seu filho terminar a aula de futebol e para matar o tempo pegou a primeira revista que viu pela frente? Isso é algo que o mundo digital não matou. E nem vai.
Marcas com visão estratégica já estão apostando nesse nicho, produzindo suas próprias revistas. E isso comprovadamente tem dado resultados.
Enquanto ao comprar espaço em uma revista de grande circulação se corre o risco de ter seu anúncio ao lado de um concorrente ou próximo à uma matéria que não é nada interessante, quando uma marca produz uma revista ela tem 100% do controle sobre o conteúdo. Pode-se com isso mostrar vários aspectos do negócio e expor seus produtos de uma forma mais simpática e sem o “perigo” de ter seu concorrente na página ao lado.
Uma revista institucional tem que ter um conteúdo agradável, pois ninguém se interessa em ler um catálogo de produtos. O fato da Marca conhecer seus clientes favorece bastante para que o conteúdo editorial seja direcionado a este público.
A aceitação do leitor também é muito positiva. É normal ver clientes colecionando com suas edições, ou indo nos pontos de distribuição retirar o novo exemplar.
A elaboração de uma revista não é algo rápido, envolve muito planejamento, experiência, estudo e, principalmente, entender a marca e para demonstrar o ponto de vista desta para seus clientes. Os assuntos das matérias têm que ser acima de tudo interessantes e de qualidade, pois concorre com as informações rápidas da internet. Aqui, a forma de contar a história é mais importante do que o furo jornalístico.
Recentemente, a Parla, Donna!, produziu três revistas: a 11ª edição de Maria Aires em Revista (cliente Maria Aires Imóveis), + Sorrisos Dental Gutierre (cliente Dental Gutierre) e a Momento UP (cliente UpHair & Make UP), no qual tivemos um retorno extraordinário para nossos clientes. Comprovando que está é uma jogada de mestre.
Já pensou em fazer uma revista para seu negócio? Se estiver pensando fale conosco.
Seis dicas do que se deve evitar em redes sociais de sua marca
Rotineiramente é solicitado para que eu faça uma avaliação das redes sociais para alguma marca, e mais frequentemente ainda me surpreende como algumas pessoas não entenderam ou não tem a menor ideia como usar essa ferramenta. Então resolvi dar uns exemplos dos erros mais comuns que encontrei.
- Infantilização da comunicação – Se seu target não são crianças com menos de 12 anos, não trate seu cliente como se ele tivesse essa idade. Pare de desejar “bom dia” ou “bom final de semana”. Você é uma marca, não uma pessoa. Quando você faz isso na verdade não agrega absolutamente nada. Algumas pessoas têm essa atitude e em um perfil pode até ser entendido, mas eu prefiro receber isso de uma pessoa do que de alguma marca de pasta de dente.
Parem de mendigar likes com posts “curta e compartilhe”. Isso parece aqueles caras que pedem doações nos ônibus e metrôs Brasil afora. - Pense Mobile – A grande maioria das pessoas se conectam no Facebook pelo celular. As telas de celulares são pequenas e se você colocar muito texto nas imagens as pessoas não conseguirão ler. Ao invés de você passar uma mensagem vai conseguir irritar seu cliente. Além disso o Facebook prioriza a distribuição de posts com pouco texto nas imagens. Use a imagem para falar por si e coloque o texto fora da imagem.
- O Facebook não é gratuito – O Facebook é uma ferramenta gratuita para as pessoas. Foi feita para conectar pessoas e não marcas. Se você não quer investir nada tudo bem, mas seus posts não serão vistos por ninguém. A distribuição orgânica de um post de uma página é normalmente de cerca de 1%. Excepcionalmente pode até que um post ou outro alcance uma distribuição maior, mas é uma exceção. Então encare o Facebook como uma ferramenta de mídia. Você não anuncia de graça na TV ou jornal, correto? Então porque acha que não teria que gastar nada? Invista em Facebook ADS.
- Entenda quem é seu público – Pense o que levaria seu público a se conectar com sua marca nas redes sociais. Se coloque no lugar dele. Por exemplo, se você está no mercado imobiliário as pessoas se conectariam na hora de procurar negociar algum imóvel. Dê isso a elas. Foto do sofá da recepção não trará mais negócios. Muitas vezes vejo uma página refletir os gostos do dono da página e não dos clientes. Então os posts têm um engajamento baixo.
- Responda aos comentários e mensagens – Hoje as pessoas acham mais fácil mandar uma mensagem no Facebook do que mandar um e-mail. Então responda as mensagens com a maior rapidez possível. E principalmente não seja passional ao responder críticas. Pense muito bem no que vai falar. Sempre falo que nunca fale em redes sociais o que você não falaria no alto falante de um estádio lotado. Uma resposta maldada pode acarretar grande dano à marca. Aceite críticas e seja sempre educado, independente se a pessoa que está criticando não o seja.
- Capriche no Visual – O Facebook tem recursos muito legais para fazer um post. Grande maioria das pessoas não usa esses recursos por desconhecimento, mas fazer posts de tamanho errado, ficando aqueles “espaços brancos” ao lado do post me passa a impressão de desleixo. Escolha boas fotos, mas não vão pegando qualquer coisa que achar no Google. Fotos tem direitos autorais e podem acarretar em processos legais se usadas sem autorização.
Esses erros são apenas alguns das dezenas de falhas que vejo todos os dias. Gerir uma rede social de uma marca não é algo para amadores. Não é porque seu filho de 13 anos tem 10.000 seguidores no Instagram ele saberia fazer uma estratégia adequada de marketing. E todos os dias (literalmente) aparecem novidades nas redes sociais e um profissional tem que se atualizar diariamente. O que é regra hoje pode se tornar inútil na semana que vem. Se precisar de uma consultoria, conte conosco.
O fim dos temidos 20% nas imagens patrocinadas do Facebook
Nos últimos dias o mercado digital recebeu uma notícia muito aguardada: os anúncios feitos para o Facebook não seriam mais rejeitados por terem mais do que 20% de texto. Para quem não sabe o Facebook até dias atrás rejeitava qualquer imagem que fosse patrocinada se ultrapassasse este limite. Se você insistisse e tivesse muitos anúncios reprovados sua conta inclusive poderia sofrer punições.
Isso sempre gerou uma tremenda dor de cabeça com clientes, designers e Social Medias. O Facebook sempre julgou que muito texto polui demais a timeline, e que o ideal é que não tenha nada escrito e a imagem fale por si. Se eles estão certos ou não vale a discussão, mas uma empresa que chegou onde chegou deve conhecer bem seu mercado, correto?
Como muita gente reclamava sobre o assunto o Facebook resolveu acabar com essa limitação…Só Que Não… Eles não reprovam mais o anúncio, mas quanto mais texto, mais você vai ter que pagar para que ele chegue ao seu público. Foi algo como: “Quer textão? OK, mas vai pagar caro por isso.”
Agora temos 4 categorias de anúncios com texto:
1) OK
No exemplo acima é como o Facebook recomenda que os anúncios sejam feitos. Vão ter uma boa distribuição. Como podem ver o logo aparece no canto direito e nada de texto.
2) Low
A entrega do anúncio não será grande. Tem texto e logo, e o Facebook recomenda que seja feita alterações.
3) Medium
O Facebook considera que a imagem tem texto demais, e a distribuição será muito baixa.
4) High
O excesso de texto vai reduzir a praticamente zero a distribuição.
Como os anúncios do Facebook são disputados como leilão, se você tiver uma qualificação baixa do anúncio, e seu concorrente uma classificação melhor, este último terá preferência na exposição e o anunciante terá que pagar muito mais que o concorrente para conseguir fazer com que seu anúncio apareça o mesmo tanto.
Um ponto importante é que essa liberação da trava dos 20% irá permitir mais liberdade para os criativos, mas isso terá um custo e deve-se pensar quanto isso valerá a pena ser usado.
Isso tudo que explicamos aqui é apenas um aspecto da complexidade de fazer anúncios relevantes para o Facebook. Cada vez mais é necessário que um profissional qualificado e atualizado fique por trás das campanhas de uma marca.
Caso precise de uma consultoria, fale conosco.
Os Micro-Momentos que alteram a jornada do consumidor
O Google divulga anualmente como está a situação do uso mobile em suas pesquisas. Antigamente, costumávamos chamar os celulares de “segunda tela”, quando a primeira poderia ser a tela do desktop, laptop ou até a TV. Hoje, sem a menor dúvida, o smartphone é a principal porta de entrada para a internet e com tendência de aumento. A queda na venda de desktops e o aumento de dispositivos móveis é algo que chama a atenção.
O Brasil tem uma população de 204 milhões de pessoas e um total de 276 milhões de linhas de aparelhos celulares!
110 milhões de pessoas estão conectadas na internet (54% da população) e 79 milhões usam celulares para acessar a internet.
Segundo recentes pesquisas do Google, 94% dos usuários de smartphones procuram por informações em seus aparelhos enquanto estão em meio a tarefas e 80% dos brasileiros que possuem esses aparelhos usam seus dispositivos para saber mais sobre algum produto ou serviço que querem comprar.
Para simplificar como o consumidor interage com o smartphone à procura de seus interesses eles chamaram esses acontecimentos como “micro-momentos”. As decisões são tomadas em qualquer hora e local. Você pode estar em uma cidade estranha e quer pesquisar onde é o restaurante vegetariano mais próximo. Ou a gasolina do seu carro está acabando e você pesquisa onde fica o posto mais viável. Hoje a informação está na ponta do dedo.
Os principais micro-momentos identificados são:
• MOMENTO EU QUERO SABER
Você está assistindo um filme e quer saber o nome do diretor ou onde foi filmado. Ou quem foi que fez os gols do Mundial de Clubes de 93. Esse tipo momento é impulsionado pela curiosidade do minuto.
• MOMENTO EU QUERO IR
Uma pessoa quer saber onde fica o shopping mais próximo e faz a pesquisa no celular. Esse tipo de pesquisa “próximo a mim” cresceu 55% no último ano. Indicando que cada vez mais o consumidor está confiando nos sistemas de geolocalização dos celulares. Segundo o Google, o varejo é um bom exemplo de setor que tem passado por uma grande mudança por causa dos dispositivos móveis. Um em cada três consumidores prefere consultar seu celular dentro da loja a pedir informações a um atendente. Dos usuários de smartphones, 74% consultam seus telefones enquanto estão em pé numa loja decidindo qual produto comprar. Hoje é um hábito pesquisar para ver se o preço da loja física é competitivo.
• MOMENTO EU QUERO FAZER
É aquela pesquisa que a pessoa faz procurando aprender algo para fazer. Por exemplo, minha cadeira quebrou, mas eu não queria trocá-la, pois somente o pistão havia perdido o gás. Então procurei na internet como trocar a peça, segui as instruções e aprendi como fazer o conserto. Esse tipo de pesquisa “Como fazer…” cresceu 72% em seis meses nos EUA. Significa que as pessoas estão procurando cada vez mais esse tipo de assunto.
• MOMENTO EU QUERO COMPRAR
Se sua TV pifou e você precisa comprar uma nova, a internet é um grande influenciador na hora de comprar uma nova. Você pesquisa quais os modelos disponíveis, faz as comparações, procura os preços das lojas virtuais e físicas. São várias opções. Antes de finalizar uma compra em uma loja física consulta a net para ver se encontra alguma oferta. 33% dos consumidores já falaram que fizeram compras pelo smartphone enquanto estavam no carro ou na cozinha. Ou seja, a sua loja pode estar em qualquer lugar.
A jornada do consumidor varia muito. Ele pode começar a pesquisar pelo celular, tirar dúvidas mais tarde pelo desktop e ir à loja física e comprar pessoalmente. Mas é necessário saber que cada dia mais o mobile passa pela decisão de compra e é responsabilidade de quem trabalha com marketing manter seus clientes sempre bem informados sobre todas essas mudanças.
Fontes:
Google
We Are Social
Links Patrocinados: Por que anunciar no Google?
Antigamente existiam no mundo vários buscadores diferentes e existiam diversos resultados diferentes para uma mesma pesquisa, dependendo do que você pesquisasse. Até que apareceu o Google, que devido à sua qualidade foi conquistando espaço até que virou uma unanimidade e um padrão.
O verdadeiro “pulo do gato” do Google foi de se esmerar para entregar para a pessoa que faz a pesquisa o que ela realmente estivesse procurando. Algo que acontecia muito era os sites encherem de tags com palavras de muita procura para que seus sites tivessem um maior ranqueamento e conquistassem um lugar melhor. Por exemplo, um site que vendesse peças para bicicletas colocasse tags com a palavra “sexo” (que sempre foi muito procurada) apenas para ter maior ranqueamento. Com o Google isso mudou.
O Google começou a alterar o algoritmo constantemente, fazendo com que as “maracutaias” para alterar artificialmente o ranqueamento fossem cada vez mais raras. Em vez de tags eles pedem relevância. Se você pesquisa sobre “Peças para bicicletas”, você tem que ser enviado para um site com peças para bicicletas e não para um com peças de moto.
O site para ser bem posicionado deve seguir uma série de regras, e geralmente um trabalho de SEO (Search Engine Optimization) é bastante útil. Cada vez mais as pessoas recorrem para buscas no celular e se seu site não for responsivo (adaptado a plataformas móveis) você terá um grande problema para conseguir um posicionamento razoável.
A publicidade do Google é bastante eficiente e complexa. Vai muito além do leilão de uma palavra chave. Muita gente acha que é só dar um lance mais alto de uma palavra para ser bem colocado, o que não é a realidade. O Google tem um “Índice de Qualidade” que trabalha junto com o leilão de palavras que altera significantemente o resultado da pesquisa. O I.Q. analisa várias coisas, como relação das palavras do anúncio com a palavra-chave, página de destino (se ela tem exatamente o que o anúncio oferece), se o site é responsivo ou não, etc… Se seu I.Q. for alto você pagará mais barato do seu concorrente que tenha um índice menor. Ele terá que aumentar bastante o lance para ficar na sua frente.
Recentemente, o Google anunciou mudanças profundas no posicionamento dos anúncios nas páginas de pesquisa. Agora os anúncios que apareciam lateralmente não serão mais exibidos. Em cada página serão exibidos quatro anúncios na parte superior e mais três na parte inferior. Isso causará uma concorrência maior entre os anunciantes (e provável impacto no valor pago nos leilões).
Como o AdWords (Sistema de publicidade do Google) é muito dinâmico, com alterações frequentes, é exigido que os profissionais que trabalham com o Google se certifiquem anualmente. São provas bastante específicas e que exigem um grau de acerto bem alto. Isso ajuda para que os profissionais possam atender melhor seus clientes e que estes estejam sempre atualizados.
Sempre que for fazer uma contratação de publicidade online no Google é importante que cheque se o profissional da campanha tem a certificação necessária. Isto é mais uma garantia de que o seu anúncio será tratado de uma forma correta. A Parla Donna possui profissionais certificados para tirar qualquer dúvida ou para apresentar um orçamento para sua campanha.
Bikes & Marketing – Pedalando Juntos
Os problemas de mobilidade urbana nos grandes centros se agravaram muito na última década. O fato das avenidas estarem cada dia mais congestionadas, obras intermináveis, pouco investimento em transportes coletivos e a procura por alternativas menos estressantes e saudáveis fizeram muita gente tirar o pó daquela magrela, encostada no fundo da garagem e começar a usá-la para locomoção.
Hoje é muito mais normal encontrar pessoas que devido ao aumento de ciclovias e ciclofaixas vão trabalhar, estudar ou até usam a bike como seu principal veículo de transporte. Hoje grandes marcas como o Bradesco e principalmente o Itaú investem pesadamente para associar seus nomes com esse modelo de transporte.
Houve o aparecimento de novas empresas, onde empreendedores apostam nas bikes como uma forma de negócio, como a SemCO2, que fazem entregas de bicicletas. Os Food Bikes, que adaptaram o sucesso dos Food Trucks para as magrelas e a Beauty Bike que faz um trabalho interessantíssimo com o mercado de beleza. Eles marcam presença em lojas e eventos e ajudam as clientes a se maquiar, dão dicas de beleza de uma forma muito profissional, mas descontraída. Ajudam a divulgar marcas e dão um toque “descolado”, fugindo da mesmice.
Quando uma marca gigante como o Itaú, ou uma pequena como a Beaty Bike apontam na mesma direção, apostar em soluções de marketing em duas rodas é mais do que uma promessa. É uma realidade.
O que é Clipping ou Clipagem?
O clipping é um serviço importante quando se fala em avaliação de resultados de uma assessoria de imprensa. Ele é o principal indicativo a ser avaliado em um relatório com as ações realizadas por sua assessoria.
É através da clipagem que nossa assessoria de imprensa dá um retorno ao cliente, mostrando onde o seu nome, produto ou marca, foi veiculado a partir de seu trabalho. Esse método de mensuração pode ser feito em jornais e revistas, portais e canais online e, também, em rádio e TV. A única coisa que os diferencia é a maneira em que o conteúdo será captado.
Além disso, o clipping se relaciona, comumente, com a ‘centimetragem’ (impressos e digitais) e ‘minutagem’ (rádio e televisão) que também são métodos de mensuração, porém conseguem demonstrar com valores o espaço que foi utilizado em determinado veículo para sua divulgação. É, basicamente, o valor por centímetro e por minuto.
A IMPORTÂNCIA
Se você é um cliente Parla, ou quer vir a ser, saiba que com nosso clipping temos como mensurar o quanto e como sua marca apareceu na imprensa, comprovando que o investimento está sendo válido e que estamos gerando visibilidade para você e sua empresa.
Foto Folia
O Facebook acabou de publicar um levantamento sobre como é o comportamento das pessoas no Facebook e Instagram durante o Carnaval.
No Facebook, durante o período, as imagens e vídeos ganham destaque. A publicação de fotos tem um aumento de 27% comparado a semanas anteriores e vídeos aumentam em 130%. Para Pérola Cussiano Brand Development Lead do Instagram, a data é sinônimo de imagem. “O Carnaval, assim como o Instagram, consegue trazer o visual como ponto principal de impacto das pessoas”, diz. Além disso, cresce em 26% postagens que relacionam o tema celebração, de acordo com dados internos do Facebook do segundo trimestre 2014/trimestre 2015.
Confira o infográfico e a matéria completa AQUI.
Conheça seu público, antes que ele conheça outra marca
Você sabe o que é Social Listening? Basicamente, é monitorar e analisar o que se diz sobre uma marca ou pessoa nas redes sociais. Isso permite que uma marca não só possa agir mais rapidamente em caso de crises, mas também para planejar ações de marketing e lançamento de produtos.
Recentemente, a agência gaúcha W3Haus apresentou na Social Analytics Summit o case da Boticário. Eles desenvolveram uma ferramenta monitorando o que se dizia sobre beleza em redes sociais. Isso era transformado em material para a marca, em tempo real.
O Boticário ouve o que as pessoas anseiam para postar em suas redes sociais, para nortear a comunicação, campanhas comerciais e finalmente para desenvolvimento de novos produtos.
Claro que um produto desse porte é algo muito caro, que depende de uma equipe enorme e profissionais altamente qualificados. Mas dá para fazer algo em menor proporção para qualquer página.
Existem ferramentas de monitoramento como a ótima Seekr, que tem versões gratuitas e você pode monitorar sua página e com o uso de tags ter a perfeita noção do que é falado na sua rede. (Devido ao Facebook ter alterado algumas configurações internas NÃO É POSSÍVEL monitorar perfis pessoais).
O principal é ter os ouvidos abertos sobre o que é falado em sua página. Se alguém reclama de algum produto, antes de querer brigar, pense se por acaso o cliente não está com a razão. Se muita gente elogia outro produto, não seria uma oportunidade para uma promoção?
Antigamente as marcas falavam na TV ou jornais e passavam sua mensagem para o público, que era totalmente passivo. Hoje a marca fala e o consumidor pode responder, e isso deve sempre ser levado em consideração. Ouça, antes que o seu concorrente faça o mesmo, e se quiser mais informações fale conosco.
O que é INBOUND MARKETING?
Você sabia que o Inbound Marketing é responsável por 90% dos cliques na web? Aliás, você sabe o que é Inbound Marketing?
Confira as dicas deste texto de César Raduan, que achei muito pertinente.
O novo marketing, como é conhecido, é qualquer tática que tem como objetivo ganhar o interesse dos clientes e não comprá-los, como fazia o velho marketing, o Outbound.
Não é preciso comprar o cliente, pois ele vai até você. Podemos afirmar isso porque Inbound Marketing é uma forma de “publicidade online” que produz conteúdo relevante, se promovendo por meio de podcasts, e-books, blogs etc.
É importante ressaltar, também, que as empresas inovadoras não vendem apenas produtos ou serviços. Vendem sentimentos, histórias, experiências e, nesse sentido, o Inbound Marketing consegue trazer este valor para mais próximo do cliente.
O melhor caminho para chegar até o consumidor é a informação relevante.
O marketing de conteúdo realiza estratégias para transformar a informação em uma poderosa ferramenta de marketing e compartilhamento da marca nas mídias sociais.
O Inbound Marketing usa de uma estratégia com as seguintes fases:
- Atrair tráfego
- Converter visitantes em leads
- Converter leads em vendas
- Fidelizar clientes e aumentar suas margens
- Análise para melhoria contínua
Veja as estatísticas
- O Inbound Marketing custa 62% menos do que o Outbound Marketing;
- Empresas que utilizam blogs conseguem 97% mais links apontando para o seu site;
- O ROI (retorno sobre investimento) médio produzido através de estratégias de Inbound Marketing é de 275%
O novo marketing é muito mais do que isso. Não dá para resumi-lo em alguns tópicos, pois é um conceito bem característico e amplo.
E, aí? Qual marketing sua empresa faz?
Este conteúdo foi extraído do curso Inbound Marketing: Estratégias Em Marketing De Conteúdo e publicado no Blog do Dino.
Para saber mais como o inbound pode aumentar suas vendas, fale conosco e agenda um café. Teremos prazer em fazer um planejamento de marketing para sua empresa.















